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BC Corta Juros para 11,25% e Projeta Novas Reduções

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BC Corta Juros para 11,25% e Projeta Novas Reduções

Recentes decisões do Comitê de Política Monetária do Banco Central sobre os juros e as expectativas do mercado para 2024.

O Banco Central (BC) do Brasil, através do seu Comitê de Política Monetária (Copom), anunciou na última quarta-feira (31) um corte na taxa Selic de 11,75% para 11,25% ao ano. Esse ajuste representa uma redução de 0,50 ponto percentual e é o menor patamar desde o primeiro trimestre de 2022. A decisão, que foi unânime, segue a tendência das últimas reuniões e já era esperada pelos analistas do mercado financeiro.

Antecedentes e Perspectivas Futuras:

O atual ciclo de diminuição dos juros iniciou-se em agosto de 2023, com uma redução da taxa de 13,75% para 13,25%. Essa foi a primeira redução desde 2020 e marcou o início das ações do Copom em 2024. O BC, em sua recente nota, sinalizou a possibilidade de manter este ritmo de cortes se o panorama atual persistir, visando a manutenção de uma política monetária contracionista para controlar a inflação.

Contexto Econômico e Inflacionário:

O cenário internacional permanece volátil, especialmente para os mercados emergentes, com núcleos de inflação ainda elevados em várias nações. O BC destaca a importância do cumprimento das metas fiscais para a ancoragem das expectativas de inflação doméstica. A nota do Copom enfatiza a necessidade de “serenidade e moderação” nos próximos passos da política de juros, considerando um processo desinflacionário mais lento e um cenário global desafiador.

Expectativas do Mercado Financeiro:

Os analistas preveem novos cortes nos juros para as próximas reuniões do Copom, continuando a estratégia de redução da Selic observada desde o segundo semestre do ano passado. Segundo o Boletim Focus, a taxa de juros deve chegar a 9% ao final de 2024. Além disso, espera-se uma nova redução de 0,50 ponto percentual na próxima reunião em março, levando a taxa para 10,75%.

Inflação e Política Monetária:

A trajetória da política monetária e os futuros cortes de juros dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, das expectativas de inflação, e de variáveis econômicas como o hiato do produto e o balanço de riscos. O IPCA, indicador oficial da inflação brasileira, encerrou o ano anterior com uma alta de 4,62%, após ultrapassar o teto da meta nos anos de 2021 e 2022.

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