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Tensões e Protestos em Universidades dos EUA

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Tensões e Protestos em Universidades dos EUA

Confrontos entre estudantes e autoridades persistem em várias universidades dos EUA, com a Universidade Columbia estendendo negociações para evitar mais conflitos.
Estudantes protestam em um acampamento fora do Auditório Kresge, no campus do Instituto de Tecnologia de Massachusetts
Estudantes protestam em um acampamento fora do Auditório Kresge, no campus do Instituto de Tecnologia de Massachusetts

A Universidade Columbia conseguiu evitar mais um confronto entre estudantes e policiais na quarta-feira, apesar de um clima ainda tenso. Os oficiais do campus anunciaram a continuação das negociações com os manifestantes pró-Palestina por mais 48 horas. A presidente da universidade, Minouche Shafik, havia estipulado um prazo até meia-noite para um acordo sobre a desmontagem de um acampamento de manifestantes no campus, mas a escola estendeu as negociações, citando um “progresso importante”. Cerca de 60 barracas ainda permaneciam no acampamento, que parecia calmo, com estudantes entrando e saindo, inclusive uma garota segurando uma escova de dentes.

Protestos em Outras Universidades:

Os confrontos também persistiam em outras universidades pelo país. Na Universidade Estadual Politécnica da Califórnia, Humboldt, manifestantes usaram móveis, barracas, correntes e abraçadeiras para bloquear a entrada de um prédio e se barricarem dentro. Novos acampamentos de estudantes também surgiram, incluindo na Universidade Brown em Rhode Island e na Universidade Harvard em Massachusetts.

Impacto dos Protestos:

Estudantes que protestam contra a guerra de Israel com o Hamas exigem que as escolas cortem laços financeiros com Israel e desinvistam de empresas que possibilitam o conflito prolongado. Diversos foram presos por invasão de propriedade ou conduta desordeira. Alguns estudantes judeus relatam que os protestos desviaram para o antissemitismo, deixando-os com medo de pisar no campus.

Visita de Figuras Políticas:

A pausa em Columbia ocorreu horas antes de uma visita planejada do presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, o republicano Mike Johnson, para se reunir com estudantes judeus e abordar preocupações sobre antissemitismo nos campi universitários.

Resposta Global:

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu criticou as demonstrações pró-Palestina em campi universitários dos EUA em um vídeo divulgado na quarta-feira, chamando a resposta de vários presidentes universitários de “vergonhosa” e pedindo a intervenção de autoridades estaduais, locais e federais.

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