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Uma brecha rendeu a Brasileiro em Nova York uma estadia gratuita em um hotel por cinco anos, até que ele afirmasse ser o proprietário do prédio

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Uma brecha rendeu a Brasileiro em Nova York uma estadia gratuita em um hotel por cinco anos, até que ele afirmasse ser o proprietário do prédio

Em uma história intrigante, um Brasileiro viveu de graça em um hotel icônico de Manhattan por cinco anos, usando uma brecha na lei habitacional local.

Durante cinco anos, um Brasileiro morador da cidade de Nova York conseguiu viver sem pagar aluguel em um histórico hotel de Manhattan, explorando uma obscura lei habitacional local. Essa façanha foi realizada por Mickey Barreto, que encontrou uma brecha legal que lhe permitiu essa vantagem inusitada.

No entanto, os promotores afirmaram esta semana que Barreto ultrapassou os limites ao preencher documentos reivindicando a propriedade de todo o edifício do Hotel New Yorker, tentando inclusive cobrar aluguel de outro inquilino. Na quarta-feira, ele foi preso e acusado de falsificação de registros de propriedade. Barreto, de 48 anos, expressou surpresa com a chegada da polícia ao apartamento de seu namorado, esperando uma abordagem mais civil do que criminal.

A controvérsia em torno de Barreto começou quando ele e seu namorado alugaram um dos mais de mil quartos do imponente edifício Art Deco construído em 1930, pagando cerca de $200. Após serem expulsos ao exigir um contrato de seis meses com base na brecha legal, Barreto recorreu à justiça, ganhando eventualmente o direito de morar no hotel sem pagar aluguel. Esta decisão se baseou numa peculiar interpretação da lei, que considerou Barreto inquilino por ter alugado um quarto.

Além disso, em 2019, Barreto foi acusado de tentar se apropriar fraudulentamente do edifício, alegando ser o proprietário e tentando realizar transações como tal. Essas ações incluíram desde exigências de aluguel até tentativas de transferir contas bancárias do hotel para seu nome. Essa façanha levou à sua acusação por fraude e desacato criminal.

Apesar das acusações, Barreto mantém que suas ações foram um forma de ativismo contra a Igreja da Unificação, proprietária do edifício desde 1976. Ele defende que nunca teve intenção de cometer fraude ou lucrar com suas ações. Enquanto isso, a saga legal de Barreto continua, com ele defendendo sua posição contra alegações de fraude e apropriação indevida.

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